Na sala, o monitoramento é feito em tempo real, apontando em um mapa a localização das tropas. Um avião não tripulado envia imagens dos focos de vigilância, inclusive à noite. O aparelho pode voar a 10 mil pés, o que o torna invisível para os suspeitos que estão em terra. Além disso, capta o calor do que está no perímetro vasculhado pela aeronave para funcionar mesmo às escuras.
O início das ações foi anunciado pelo general de Exército Carlos Bolivar, ressaltando que a fronteira e o espaço aéreo brasileiro estão “fechados” à criminalidade. Participam da operação, além do Exército, Marinha, Força Aérea Brasileira (FAB), Receita Federal, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Brigada Militar (BM), Polícia Civil e Ibama.
As investigações de inteligência da ação começaram há mais tempo, mas a fase ostensiva foi deflagrada nesta sexta. A ideia é coibir a prática de crimes na fronteira, como o tráfico de armas e de drogas.