Os funcionários perceberam que havia algo no interior da caixa parecido com um osso humano e acionaram a Vigilância Sanitária. Um técnico da Vigilância constatou que era a parte superior de um fêmur já em decomposição, mas ainda com músculos, nervos e cartilagem. A Delegacia de Pronto Atendimento da Policia Civil foi acionada e os policiais apreenderam o osso para exames.
O nome do remetente era de uma mulher, mas estava inelegível. Era possível ler apenas o primeiro nome. A encomenda tinha como destinatária uma mulher moradora da rua São Sebastião, na cidade de Clivelândia, no Paraná. O delegado Diego Dezorzi disse que pelo jeito que foi cortado, os indícios são de que osso tenha sido tirado de algum cemitério. Por isso, ele entrou em contato com a policia de Estação para que seja investigado se houve a violação de alguma sepultura em cemitérios daquele Município.
A polícia não sabe se o osso seria usado em algum ritual de magia negra ou para assustar a destinatária. A polícia vai tentar identificar a remetente para desvendar o mistério. O osso foi encaminhado para o Departamento Médico Legal para analise e coleta de material para um eventual exame de DNA se for necessário.