Polícia

Falta de imagens prejudica investigação sobre homicídio no Gasômetro

Delegada disse que câmeras de monitoramento existentes no local não contribuem no trabalho

Delegada disse que câmeras de monitoramento existentes no local não contribuem no trabalho
Delegada disse que câmeras de monitoramento existentes no local não contribuem no trabalho Foto : Henrique Massaro / Especial / CP
As investigações sobre o assassinato da guardadora de carros Sheron Shauana Peres, 23 anos, ocorrido na tarde de domingo passado nas proximidades da Usina do Gasômetro, esbarraram na falta até o momento de imagens do crime ou do entorno.

Segundo a titular da 2ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (2ªDPHPP) de Porto Alegre, delegada Roberta Bertoldo, da, as câmeras de monitoramento existentes no local não contribuíram para o trabalho investigativo. “Infelizmente não tem absolutamente nada. Uma câmera da EPTC não estava em funcionamento e outra da Secretaria de Segurança Pública estava com a visualização posicionada para o lado oposto”, lamentou.

Conforme a delegada Roberta Bertoldo, algumas pessoas foram chamadas para prestarem depoimentos pois talvez tenha visto o autor do crime. “Vamos ver se conseguimos algo importante”, observou. A namorada da vítima já falou aos agentes da 2ªDPHPP, mas não viu o momento em que a flanelinha foi baleada e morta por um indivíduo.

Os policiais civis prosseguem com diligências na região próxima da Usina do Gasômetro. As investigações tentam ainda confirmar se a vítima foi morta por vingança após ter supostamente evitado o furto de um veículo na parte da manhã do domingo. “Existe essa informação. No entanto não temos a confirmação de que de fato ocorreu e se isso tem relação com o homicídio”, afirmou a titular da 2ªDPHPP.