As investigações sobre o assassinato da guardadora de carros Sheron Shauana Peres, 23 anos, ocorrido na tarde de domingo passado nas proximidades da Usina do Gasômetro, esbarraram na falta até o momento de imagens do crime ou do entorno.
Segundo a titular da 2ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (2ªDPHPP) de Porto Alegre, delegada Roberta Bertoldo, da, as câmeras de monitoramento existentes no local não contribuíram para o trabalho investigativo. “Infelizmente não tem absolutamente nada. Uma câmera da EPTC não estava em funcionamento e outra da Secretaria de Segurança Pública estava com a visualização posicionada para o lado oposto”, lamentou.
Conforme a delegada Roberta Bertoldo, algumas pessoas foram chamadas para prestarem depoimentos pois talvez tenha visto o autor do crime. “Vamos ver se conseguimos algo importante”, observou. A namorada da vítima já falou aos agentes da 2ªDPHPP, mas não viu o momento em que a flanelinha foi baleada e morta por um indivíduo.
Os policiais civis prosseguem com diligências na região próxima da Usina do Gasômetro. As investigações tentam ainda confirmar se a vítima foi morta por vingança após ter supostamente evitado o furto de um veículo na parte da manhã do domingo. “Existe essa informação. No entanto não temos a confirmação de que de fato ocorreu e se isso tem relação com o homicídio”, afirmou a titular da 2ªDPHPP.
Falta de imagens prejudica investigação sobre homicídio no Gasômetro
Delegada disse que câmeras de monitoramento existentes no local não contribuem no trabalho