O bando agia em todo o litoral catarinense. Em Criciúma, eles abriram uma conta no Banrisul, onde conseguiram retirar R$ 40 mil, com ajuda de outros comparsas. O grupo também é acusado de aplicar golpes em comércios de Maracajá, Forquilhinha, Biguaçú, Florianópolis, além de outras cidades do Rio Grande do Sul. Todos os integrantes possuíam números de CPFs falsificados de Minas Gerais, que eram utilizados na abertura de contas bancárias e crediários.
Parte da quadrilha confessou os crimes. Durante ação, foi apreendido um carimbo falsificado de um contador inexistente, além de cheques e documentos adulterados. A soma do prejuízo a comerciantes de Santa Catarina ultrapassa R$ 100 mil. O bando procurava adquirir veículos, materiais de construção, além de equipamentos de informática.
Nesta semana, o delegado Alessandro Isoppo e agentes da Delegacia de Santo Amato da Imperatriz estiveram em Criciúma para cumprir mandados de buscas e apreensão nas residências dos suspeitos. O grupo foi identificado e interrogado na Central de Polícia de Criciúma.