Polícia

Farmacêutico e gerente preso na operação Tarja Preta vão responder por tráfico de drogas

Quatro estabelecimentos foram fechados preventivamente

Quatro farmacêuticos e um gerente de farmácia foram presos, nesta semana, durante a operação Tarja Preta, desenvolvida pela Polícia Federal em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF-RS). O gerente e um farmacêutico, detidos ontem em Porto Alegre, já foram indiciados e responderão pelo crime de tráfico de drogas. No estabelecimento em que trabalhavam, no bairro Azenha, foram encontrados indícios da venda sem receita médica de remédios controlados.

Os quatro estabelecimentos em que houve prisões foram fechados preventivamente, segundo o chefe de fiscalização do CRF-RS. Segundo Luciano Adib, além da venda de remédios sem receita, foi constatada a oferta de Viagra manipulado e distribuição de amostras grátis de medicamentos - procedimentos considerados irregulares.

Os presos serão encaminhados ao Conselho de Ética do CRF. A norma prevê afastamento de um mês a um ano aos que desobedecerem às exigências do código. A fiscalização prossegue até sexta-feira.