A Força Nacional embarcou em Brasília rumo ao Rio Grande do Sul no sábado em um aeronave da Polícia Federal. Além de Porto Alegre, a FN foi enviada para outras seis cidades-sedes da Copa, como Curitiba, no Paraná.
Responsável pela Comunicação Social da PRF no RS, o inspetor Alessandro Castro esclarece que a atuação da FN ocorrerá somente em caso de obstrução de rodovias federais por manifestantes e terá como objetivo a manutenção da ordem pública. O acionamento da tropa de choque dependerá de uma solicitação da PRF.
Segundo a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, a FN está apta a atuar em qualquer segmento da segurança pública durante a Copa do Mundo, seja nos jogos ou fora deles. A FN possui mais de 12,3 mil profissionais capacitados, com três anos de experiência no mínimo, e em condições de serem mobilizados, caso necessário, em qualquer ponto do país. O diretor-geral da FN é um gaúcho, o tenente coronel Alexandre Aragon, da Brigada Militar.
Segundo a diretora-geral da PRF, Maria Alice Souza, as equipes da PRF e da Força Nacional já atuaram de forma semelhante em outras ocasiões. “Realizamos operações conjuntas em 2013, por exemplo, em grandes eventos, como a Copa das Confederações, e a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro”, lembrou. Ela acrescentou ainda que a FN age no apoio às forças estaduais e federais quando solicitada. “Nossa atuação ocorre sempre em apoio e harmonia com as demais forças de segurança estaduais e federais”, reforçou a secretária Regina Miki.
Barra-brava é impedido de entrar no Brasil
Um torcedor argentino foi impedido de entrar no Brasil nessa segunda-feira. Integrante da lista de barra-bravas com histórico de violência, ele desembarcou no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP) ,vindo da cidade de Rosário. Na cabine de imigração, ele foi detido e reembarcado ao seu país às 22h.