As investigações foram iniciadas para apurar ilegalidade no requerimento e no saque de benefícios previdenciários e assistenciais por despachantes e servidores autárquicos que inseriam informações fictícias nos sistemas previdenciários e falsificavam documentos públicos. O objetivo da organização criminosa, investigada havia um ano, era requerer e sacar benefícios da prestação continuada, pensões por morte e aposentadorias irregulares. Já foram identificados cerca de 160 benefícios fraudulentos ou com sérios indícios de irregularidade. O prejuízo aos cofres públicos é estimado em R$ 3 milhões.
Os investigados, dependendo da participação, responderão por estelionato, inserção de dados falsos em sistemas de informação, falsidade ideológica, falsificação de documento público, advocacia administrativa e formação de quadrilha. Cerca de 160 policiais e técnicos da Previdência Social participam da operação.