Segundo a Polícia Federal (PF), no decorrer das investigações que começaram em fevereiro deste ano, ficou comprovada a atuação do funcionário público dentro da quadrilha. O montante de produtos estrangeiros internalizados ilegalmente pelo grupo seria de cerca de R$ 1 milhão por mês. O suspeito responderá pelo crime de descaminho. A PF não descarta novas prisões de suspeitos de envolvimento com a quadrilha.
Funcionário público é preso em Caxias do Sul por descaminho
Ele é suspeito de chefiar uma quadrilha que distribuía mercadorias do Paraguai para municípios da Serra
Um funcionário público de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, foi preso nesta quinta-feira suspeito de chefiar uma organização criminosa especializada em distribuir mercadorias oriundas do Paraguai para municípios da região. Durante a Operação Cortina, agentes da Polícia Federal e Receita Federal cumpriram um mandado de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, que adquiriam os produtos para venda.
Segundo a Polícia Federal (PF), no decorrer das investigações que começaram em fevereiro deste ano, ficou comprovada a atuação do funcionário público dentro da quadrilha. O montante de produtos estrangeiros internalizados ilegalmente pelo grupo seria de cerca de R$ 1 milhão por mês. O suspeito responderá pelo crime de descaminho. A PF não descarta novas prisões de suspeitos de envolvimento com a quadrilha.
Segundo a Polícia Federal (PF), no decorrer das investigações que começaram em fevereiro deste ano, ficou comprovada a atuação do funcionário público dentro da quadrilha. O montante de produtos estrangeiros internalizados ilegalmente pelo grupo seria de cerca de R$ 1 milhão por mês. O suspeito responderá pelo crime de descaminho. A PF não descarta novas prisões de suspeitos de envolvimento com a quadrilha.