Rosana Oliveira, de 51 anos, foi encontrada morta em um camarote do navio que fazia o trecho de Manaus (AM) até Belém, no dia 6 de janeiro. Servidora da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em uma aldeia de índios ianomâmis em Boa Vista (RR), a dentista estava de férias e planejava visitar a família no Rio Grande do Sul.
Funcionários da tripulação encontraram Rosana já sem vida na chegada da embarcação ao porto de Belém. O boletim de ocorrência confirmou que a dentista entrou via agência de viagens Alfa, sediada em Manaus.