A maioria dos réus foi condenada pelos crimes de formação de quadrilha, furto qualificado e lavagem de dinheiro. Além da condenação, a sentença impôs o perdimento de diversos bens, entre eles uma casa em Curitiba e dois apartamentos em Maringá, além de diversos automóveis.
A investigação, realizada pelo promotor de Justiça, Ricardo Herbstrith, monitorou os membros da quadrilha especialmente por interceptações telefônicas. Descobriu-se, então, que o grupo agia nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, por meio de desvios de valores fraudulentos pela Internet, lesando instituições financeiras e os clientes delas.