O acusado foi identificado através da Operação Carrossel, da Polícia Federal (PF), deflagrada em março de 2008. Os peritos criminais monitoraram as transferências dos arquivos de pedofilia, que eram disponibilizados pelo engenheiro na rede por meio de um programa de compartilhamento de imagens e vídeos chamado E-Mule.
Foram encontrados em sua residência cerca de quatrocentas mil imagens e cinco mil vídeos de conteúdo pornográfico infantil, que estavam armazenados em seu computador, em discos rígidos e pendrives. Ao todo, cerca de 43 gigabytes de pornografia infantil foram compartilhados na internet.