Polícia

Homem é preso em Imbé após atropelar cadela, dizer que ia auxiliar no resgate e parar em bar para beber

Guarda Municipal flagrou o motorista com o animal agonizando dentro do veículo

Cadela Belinha foi levada ao veterinário por uma moradora da região do atropelamento
Cadela Belinha foi levada ao veterinário por uma moradora da região do atropelamento Foto : Guarda Municipal de Imbé / CP

Um homem, que não teve a identidade e a idade revelada, atropelou na sexta-feira a cadela conhecida como Belinha na rua Caetés, no bairro de Imara, em Imbé, e acabou preso por maus-tratos. O motorista recolheu o animal ferido e colocou dentro do carro para supostamente levá-lo até um atendimento veterinário, porém, acabou parando em um bar para beber com os amigos. Após ser flagrado pela Guarda Municipal de Imbé com o cachorro agonizando dentro do automóvel acabou preso.

Após o atropelamento, populares da região onde a cadela foi atropelada questionaram o motorista se ele daria ajuda para socorrer Belinha. O homem pegou o animal com uma pata quebrada e com suspeita de hemorragia, colocou no assoalho do banco do carona e saiu do local. Desconfiados, os moradores seguiram o atropelador e ele parou em um bar. Com a situação, eles ligaram novamente para a Guarda Municipal, que já havia deslocado uma equipe para o local.

"Quando chegamos ao local, flagramos o homem bebendo com amigos e a cadelinha agonizando dentro do carro", revelou o guarda municipal Leal ao repórter Renato Dias, do Correio do Imbé.

Uma moradora que acompanhou toda a situação, se responsabilizou por levar Belinha até o veterinário e de forma voluntária pagar pelo tratamento. A informação é que a cadelinha está em estado regular, com a pata quebrada, mas não teve confirmada a possibilidade de hemorragia interna após exames.

Cadela Belinha foi levada ao veterinário por uma moradora da região do atropelamento | Foto: Guarda Municipal de Imbé / CP

A Guarda Municipal de Imbé apresentou o homem na Delegacia de Polícia de Tramandaí, onde acabou preso em flagrante por maus-tratos. Como a pena máxima por este tipo de crime é de cinco anos, ele é inafiançável.

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