O homem, de 46 anos, que está preso no batalhão do exército de Santa Cruz, teria enviado o equipamento com explosivo por considerar a ex-enteada como a responsável pelo fim do relacionamento com sua mãe. Manuela abriu o aparelho para testar quando ocorreu a explosão. Ela perdeu um dedo, parte de outro e a visão do olho direito.
O delegado esperar concluir o inquérito em cerca de 10 dias e indiciar o militar, que está afastado, mas segue ligado ao Exército, por tentativa de homicídio com uso de explosivo. Ele deve ir a júri popular.
A polícia chegou ao militar por meio de provas como fotos, vídeos e outros materiais. comprovando que a intenção era de vingança. O sargento havia se separado há meses da mãe da namorada do cardiologista. O delegado acrescentou que mãe e filha já haviam, inclusive, registrado queixa.