Conforme o delegado regional Marco de Souza, alguns investigados já haviam sido identificados com responsáveis por delitos cometidos durante a realização de outros protestos.
“Temos uma linha de investigação forte até porque nós já monitoramos o grupo anterior aos ataques, durante e posteriormente aos ataques fazendo um mapeamento. Agora resta saber se a gente vai conseguir neutralizá-los”, salientou.
O bando deve ser indiciado por formação de quadrilha e dano ao patrimônio privado, entre outros crimes. A dois dias do feriado de 20 de Setembro, o delegado também alertou que novas passeatas devem ocorrer, novamente com o registro de incidentes em Porto Alegre.
Desde junho, mais de 100 pessoas já foram identificadas pela Polícia Civil por práticas criminosas cometidas durante as manifestações. Mais de cem inquéritos também foram abertos de forma paralela para apurar crime a crime.
Além disso, o delegado Marco de Souza lembrou que três manifestantes permanecem presos desde junho por envolvimento em atos criminosos cometidos durante a onda de protestos. Ao menos outros cinco foram condenados a pagarem cestas básicas, o equivalente de três a quatro salários mínimos, por terem participado de saques a estabelecimentos comerciais.