O órgão registra cerca de duas mil perícias atrasadas, admitiu à TV Record o diretor-substituto do Instituto Geral de Perícias (IGP), Paulo Leonel Fernandes, porém o IGP está dando prioridade ao caso do garoto. Entretanto, o diretor não adiantou quais os resultados que chegarão às mãos dos policiais responsáveis pela investigação.
Uma parceria com a PUCRS viabilizou o uso de um equipamento da universidade utilizado para romper células e liberar substâncias contidas no interior das partículas. O material recolhido passa por uma série de análises posteriores e é considerado importante para tentar identificar a substância que pode ter sido injetada na corrente sanguinea do menino. Servidores do IGP também estão no Noroeste do Estado realizando procedimentos em locais por onde supostamente passaram os assassinos do menino. A meta é identificar indícios da participação dos assassinos que servirão de prova para incriminar os autores do crime.
O corpo do menino foi encontrado enterrado em um matagal de Frederico Westphalen,cerca de 100 km da casa da família. Ele era considerado desaparecido havia dez dias. O pai do menino, Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e a assistente social amiga do casal são suspeitos do crime e estão presos. A polícia não informou em que penitenciária eles estão detidos.