Para o delegado, a hipótese mais provável é de que o crime tenha sido uma vingança. Carvalho tinha antecedentes por roubo, formação de quadrilha, receptação, falsidade ideológica, falsificação de documentos e homicídio. Spier disse que a morte de um comparsa ou familiar do assassino pode explicar o assassinato. Investigadores começaram ontem a analisar detalhes sobre os crimes atribuídos à vítima.
A polícia busca os nomes de pacientes e familiares que presenciaram o assassinato no quarto, coletivo. O homem deu entrada na instituição, no sábado, após ter sido baleado no bairro Morada do Vale I. Para Spier, há indícios apontando que o assassino foi o mesmo que tentou matá-lo no fim de semana. A direção do hospital não se manifestou sobre o caso.