"Acredito que poderiam ter ateado fogo ali primeiro para se camuflarem, para não serem vistos, e justamente para tentar uma maior abrangência”, avaliou o chefe de Comunicação Social da BM, major Leandro Balen, Cada caminhonete custa em média R$ 90 mil. Os veículos incendiados não tinham seguro e seis tiveram perda total.
O major também reforça a hipótese de que houve um incêndio criminoso, mas sem a utilização de coquetéis molotov. A suspeita é de que o fogo tenha sido iniciado dentro de um dos veículos. A BM trata o incêndio das viaturas como um atentando, porém não informa se houve a participação de brigadianos.
Câmeras de segurança da região podem auxiliar na elucidação do crime. Os policiais que faziam a guarda da academia já foram ouvidos pela Corregedoria da Brigada Militar. A corporação ainda aguarda a chegada do laudo da perícia. Como ainda há cerca de 190 viaturas no local, a BM reforçou a segurança no prédio para evitar atos semelhantes.