A Polícia Civil encontrou indícios de que um interno da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase), 16 anos, foi vítima de homicídio qualificado. Ele morreu em 6 de março dentro de uma unidade da instituição na avenida Jacuí, Vila Cruzeiro, em Porto Alegre. Um jovem de 18 anos, com quem dividia o dormitório, foi indiciado pelo crime.
Inicialmente o caso foi tratado como um acidente fatal. Durante as investigações, foram ouvidas testemunhas e reunidas perícias que demonstram indícios de assassinato praticado pelo colega de alojamento da vítima. Segundo o delegado Andrei Luiz Vivan, o jovem, por já ter 18 anos, foi indiciado e houve a representação para a prisão preventiva em estabelecimento prisional adequado. Vivian salienta ainda que há a necessidade de que o suposto autor seja submetido exame de sanidade mental.
Na época da morte, o colega de dormitório do rapaz disse que a vítima estaria brincando de fazer acrobacias quando resolveu dar um salto, fazendo uma cambalhota, de cima do beliche. Ele teria caído da cama de mau jeito e batido a cabeça, perdendo a consciência. Uma enfermeira chegou a prestar os primeiros socorros até a chegada de uma equipe do Samu, tentando reanimar o jovem - mas ele acabou morrendo no local.
Indícios apontam que interno da Fase foi vítima de homicídio qualificado
Colega de quarto do adolescente foi indiciado pelo crime