Segundo a polícia, dois PMs, dos quatro que participaram da operação, atiraram na cena do crime. Os quatro PMs foram indiciados por dois homicídios qualificados (de Juan e de Igor de Souza Afonso, suspeito de ser traficante), duas tentativas de homicídio (de Wesley de Moraes, irmão de Juan, e de Wanderson dos Santos de Assis, amigo das vítimas) e ocultação de cadáver (de Juan).
O delegado Ricardo Barbosa, titular da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, reiterou que a criança morreu em decorrência de um tiro no pescoço, com base em depoimentos de testemunhas, já que o laudo não constatou a causa da morte. As informações são do Portal R7.
A perícia apontou que, das cinco cápsulas encontradas no local, quatro partiram do fuzil de um cabo da PM. A polícia apreendeu dez fuzis do Batalhão de Mesquita para checar de a quinta cápsula partiu de uma dessas armas. A Justiça analisa pedido de prisão feito pelo Ministério Público do Rio dos quatro PMs. A decisão deve sair ainda nesta quarta-feira.