De acordo com a delegada, o laudo da necropsia confirmou a versão apresentada em depoimento pelo motorista, de que a jovem morreu por asfixia. O laudo no entanto, não é conclusivo quanto à hipótese de a frentista ter sido coberta com pedras, terra e folhas ainda viva, com as mãos e os pés amarrados. O homem confessou ter cometido o crime por não aceitar o fim do relacionamento com a jovem, que durou três meses e terminou quando Daisy descobriu que ele era casado.
O motorista, conforme a delegada Suely Rech, deve ser indiciado por homicídio triplamente qualificado, quando o assassino mata por motivo fútil, de forma cruel e sem chance de a vítima se defender.