Conforme o titular da 1ª Delegacia de Homicídios e Desaparecidos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), delegado Cléber dos Santos Lima, o suspeito teria colocado duas balas em um revólver calibre 38 de numeração raspada e, durante uma “roleta russa”, teria disparado na cabeça da namorada. O jovem teria feito um pacto de silêncio com um casal de amigos que participou da "brincadeira" e teria forjado que a namorada havia cometido suicídio.
“O jovem colocou a arma na mão esquerda da namorada, mas ela não era canhota”, revelou o delegado, que contou com ajuda dos peritos do Departamento de Criminalística para esclarecer a “história mal contada”. Segundo Lima, o jovem deve ser indiciado por homicídio doloso qualificado – por motivo fútil e sem chance de defesa da vítima.