Os quatro também são acusados de roubo de carros - que eram usados, posteriormente, para realizar os assaltos. Os jovens admitem participação em alguns dos crimes e alegam que buscavam aventuras - além de obter dinheiro, com a venda dos materiais, para promover grandes festas.
Segundo o delegado Cláudio Meirelles, titular da 34ª Delegacia, o jovem levantava informações sobre os vizinhos e sobre as falhas nos sistemas de segurança nas casas e no Condomínio Encontro das Águas, onde as propriedades, de até 4 mil metros quadrados, custam entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões. Ele, então, passava os dados aos amigos, que faziam os roubos. Por vezes, moradores eram mantidos reféns.
Segundo o delegado, o grupo usava revólveres e pistolas nas ações, mas as armas não foram localizadas. Os acusados cumprem prisão temporária de cinco dias - podendo ser estendida por mais cinco -, determinada pela Justiça, mas o delegado informou que vai pedir a prisão preventiva dos acusados.