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A medida foi tomada após afirmações feitas pelo advogado assistente de acusação no caso, José Arteiro Cavalcante Lima. Ele disse ter sido jurado de morte pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de matar a ex-namorada de Bruno, Eliza Samúdio. A juíza e o delegado que investigam o crime também estariam ameaçados.