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A defesa sustentou que a mulher de Leandro e madrasta do menino, Graciele Ugulini, e a amiga do casal, Edelvânia Wirganovicz, inocentaram o médico. Em depoimentos prestados à polícia, ambas disseram que ele não participou do assassinato, de acordo o que relataram à imprensa os advogados das duas mulheres.
No despacho que manteve a prisão, o desembargador registrou que o médico foi detido sob o fundamento na necessidade de privação de liberdade durante a investigação criminal, que ainda está em andamento. Citou ainda a decisão anterior, que determinou a prisão temporária dos três investigados, proferida pelo juiz Fernando Vieira dos Santos, da Comarca de Três Passos: “São fartos os relatos de que o pai não se omitia apenas dos cuidados para com o filho, mas também de defendê-lo das investidas da madrasta”, ressaltou o magistrado.