Representante da funcionária alega ainda que ela foi coagida a assinar e que não pôde ler o documento. Segundo Cléber Lima, porém, a suspeita prestou depoimento com um advogado dativo (nomeado para o ato), e ele leu o depoimento duas vezes em voz alta.
A funcionária continua foragida e só deve se entregar depois do relaxamento do pedido de prisão. O delegado deve indiciá-la por tentativa de homicídio doloso.
Os alunos e professores que sofreram intoxicação na quinta-feira passaram por exames médicos na sexta e no sábado. Alguns ainda colheram amostras de sangue neste domingo no Posto de Saúde da Vila Bom Jesus.
A Secretaria Estadual de Educação define na segunda-feira a data do retorno das aulas na escola, no bairro Belém Velho.