A Polícia Civil concluiu inquérito indiciando sete pessoas pelo assalto ao Banco do Brasil de Campestre da Serra, no início do mês. O líder do banco, de acordo com o delegado Flademir Andrade, é preso pela polícia e solto há quase três décadas. Agripino Brizola Duarte, o Véio, tem antecedentes por roubo a bancos, comércio e residências. Ele foi capturado pela primeira vez em 1988 e já passou por presídios de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Charqueadas, Santa Rosa, Lajeado, Viamão, Caxias do Sul e Vacaria, onde está recolhido.
O inquérito será entregue ao poder judiciário na próxima quarta-feira. Os indiciados responderão por roubo, associação criminosa e tentativa de homicídio. O ataque ocorreu no dia 2 de fevereiro. Quatro homens armados com espingardas, rifle, carabina, pistolas e revólveres invadiram a agência do Banco do Brasil da cidade e fugiram com cerca de R$ 90 mil, além das armas e coletes dos vigilantes.
Durante a ação, os criminosos efetuaram disparos contra dois policiais militares. Também usaram reféns para fazer um cordão humano e evitar que os brigadianos revidassem. Os bandidos fugiram levando a subgerente do banco, que foi liberada logo depois da fuga. Os quatro, mais três comparsas, foram capturados escondidos no mato. Caso condenados, os presos podem pegar até 24 anos de prisão.
Líder de assalto a banco em Campestre da Serra é preso e solto há 27 anos
Polícia Civil indiciou criminoso e mais seis pelo ataque com reféns no município