Prisco liderou a ocupação da Assembleia Legislativa da Bahia. O prédio foi isolado por tropas do Exército até a desocupação, em 9 de fevereiro. O ex-PM foi preso ao deixar o local. Prisco deve responder em liberdade às acusações de formação de quadrilha, roubo de patrimônio público e incitação à violência.
Durante o período de greve, as ruas de Salvador e do interior da Bahia viveram momentos de pânico: saques, ruas fechadas e um aumento vertiginoso no número de assassinatos. O movimento grevista perdeu força com a revelação de que líderes incentivavam atos de vandalismo para pressionar o governo.