Os presos foram transferidos ao Rio Grande do Norte na Operação Pulso Firme, em julho de 2017. Somadas, as penas dos três chegam a 162 anos. Em sua conta no Twitter, o secretário de segurança do Rio Grande do Sul, Cezar Schirmer, lamentou a decisão judicial que determinou a volta dos presos ao Estado.
"Infelizmente, apesar dos nossos esforços, três presos de alta periculosidade, líderes de organizações criminosas, estão retornando hoje do presídio federal de Mossoró para o RS. Por outro lado, outros três presos, igualmente perigosos, estão indo para presídios federais. Essas idas e vindas revelam as dificuldades que nos são impostas. Uma hora a Justiça contempla os nossos pleitos, outra não. Ao Estado, cabe acatar as decisões judiciais, recorrendo daquelas que julga equivocadas – e, muitas vezes, incoerentes", escreveu.
Infelizmente, apesar dos nossos esforços, três presos de alta periculosidade, líderes de organizações criminosas, estão retornando hoje do presídio federal de Mossoró para o RS. Por outro lado, outros três presos, igualmente perigosos, estão indo para presídios federais. — Cezar Schirmer (@CezarSchirmer) 28 de agosto de 2018
Os efeitos positivos da Operação Pulso Firme se refletem nos indicadores de criminalidade e na desarticulação de diversas organizações criminosas. A manutenção destes indivíduos nas unidades federais é fundamental para a continuidade do nosso planejamento. — Cezar Schirmer (@CezarSchirmer) 28 de agosto de 2018
Lastimamos que sejam tantos os atores envolvidos, nos planos federal e estadual, no Executivo e no Judiciário. Infelizmente, nem todos possuem a mesma visão no enfrentamento da violência e da criminalidade. — Cezar Schirmer (@CezarSchirmer) 28 de agosto de 2018