A Polícia ainda não confirmou se a substância foi usada na injeção letal apontada como causa da morte até o momento. A suspeita é que tenha sido aplicado antes.
As investigações prosseguem e novos laudos do IGP são aguardados. Aproximadamente 100 pessoas já foram ouvidas no inquérito, entre suspeitos, testemunhas, amigos e vizinhos da família do pai do menino Bernardo, o médico Leandro Boldrini e a madrasta Graciele Ugulini e a sua amiga Edelvânia Wirganovicz, que residia em Frederico Westphalen. Segundo a policia, a investigação tem 90% dos trabalhos concluídos.