Polícia

Liberados adolescentes apreendidos por suspeita de matar taxista na Capital

Testemunha não reconheceu a dupla, que foi reconduzida ao Case da vila Cruzeiro

Testemunha não reconheceu a dupla, que foi reconduzida ao Case da vila Cruzeiro
Testemunha não reconheceu a dupla, que foi reconduzida ao Case da vila Cruzeiro Foto : Camila Domingues
A Polícia Civil liberou, na noite desta segunda-feira, os dois adolescentes - de 16 e 17 anos - apreendidos por suspeita de ter executado o taxista Rodrigo João Santos Alves, de 31 anos, no sábado passado, na zona Sul de Porto Alegre. A principal testemunha do crime, um colega da vítima que o socorreu até o Hospital de Pronto Socorro, não reconheceu a dupla, que foi reconduzida ao Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) POA 1, na vila Cruzeiro.

De início, o titular do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), delegado Ranolfo Vieira Jr, havia informado que um dos detidos era maior de idade, o que não se confirmou. A partir do relato da testemunha, a Polícia prepara, ainda para esta noite, pelo menos um retrato-falado.

Enterro ocorreu durante a tarde

O corpo de Rodrigo foi enterrado nesta tarde, no Cemitério São Miguel e Almas, em Porto Alegre. O taxista foi baleado em um assalto, não resistiu aos ferimentos e morreu, na madrugada deste domingo, no Hospital de Pronto-Socorro (HPS). O taxista foi atingido por três disparos e chegou a ser encaminhado para atendimento, em estado gravíssimo. O crime ocorreu na noite de sábado, na rua Jacuí, nas imediações da vila Ecológica.

Após o sepultamento do taxista, na tarde desta segunda,colegas de categoria realizaram uma carreata até o Centro de Porto Alegre. Depois do protesto, o grupo se encontrou com o comandante do Policiamento da Capital (CPM), coronel Antero Batista Homem, que prometeu atender as reivindicações de segurança da categoria.

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