Em junho de 2008, o médico e duas funcionárias foram presos após uma força-tarefa da Promotoria Especializada Criminal estourar uma clínica de aborto clandestina instalada na rua Doutor Flores, no Centro da Capital. Uma mulher de 44 anos, que estava sedada por estar no meio de um procedimento, foi levada sob custódia para o Hospital Presidente Vargas.
Os agentes cumpriram mandado de busca e apreensão após duas semanas de apurações desencadeadas depois de uma denúncia anônima. Segundo o Ministério Público, quando entraram na clínica, o médico estava numa sala e a paciente em outra. O médico teria tentado pagar propina para evitar a prisão.