A madrasta de Bernardo Boldrini, Graciele Ugulini, iniciou na última segunda-feira a trabalhar na Penitenciária Estadual de Guaíba, após receber autorização da Justiça. Pelo trabalho, a principal suspeita de ter matado o menino em abril deste ano não receberá nenhum tipo de remuneração, mas terá direito a diminuição de um dia a cada três que prestar serviços na prisão.
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Ugulini faz trabalhos manuais na penitenciária de Guaíba. O resultado da atividade é comercializado na cidade.
Edelvânia Wirganovicz não fez o requerimento do benefício. Segundo o advogado de defesa, Demétrius Eugênio Grapiglia, a sua cliente está presa temporariamente e, por isso, preferiu não fazer o pedido. Mais uma vez, Grapiglia afirmou que Wirganovicz é inocente da acusação de homicídio e que responde por ocultação de cadáver.