Por volta das 19h, com os arredores das malas isolados, o GATE começou a trabalhar. Inicialmente, um dos policiais do grupamento especial, usando traje de proteção, se aproximou de uma das malas para fazer uma inspeção com raio-X. Depois disso, foi feita a abertura sem riscos. O mesmo procedimento foi utilizado na segunda mala.
Conforme testemunhas, a primeira mala foi avistada às 17h e, inclusive, foi utilizada para brincadeiras, antes de ser levantada a suspeita de bomba. A segunda estava nas proximidades da primeira, ao lado de uma parada de ônibus da Loureiro.
Responsável pela operação, o major Ulisses salientou a importância de sempre acionar a polícia em casos como esse. "É preocupante as pessoas serem céticas em achar que não é nada. O Gate trabalha com a perspectiva de que seja uma ameaça, estando preparado para atender as ações", comentou. Ele relatou que imagens de câmeras de segurança das construções nos arredores serão usadas na tentativa de apurar quem deixou os objetos na rua.
Com informações de Nildo Junior.