Em entrevista coletiva, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, e os delegados Alessandro Thiels e Renata Araújo, da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática, informaram que mais duas pessoas foram presas em flagrante, uma por porte de maconha e outra por porte de arma, que também foi apreendida. O pai de um dos adolescentes assumiu a posse da arma, cujo registro estava vencido.
Os presos ativistas detidos devem ser apresentados ainda hoje. Eles são acusados de formação de quadrilha armada e ficarão detidos preventivamente por cinco dias. De acordo com a polícia, a chefe da quadrilha seria a ativista Elisa Quadros Sanzi, a Sininho, presa em Porto Alegre.
Organizações não governamentais e de direitos humanos criticam as prisões, que consideram abusivas, e questionam a realização da operação a um dia da final da Copa do Mundo.