Segundo o titular da Delegacia Especializada de Furto, Roubos e Capturas (Defrec) de Santa Cruz do Sul, delegado Luciano Menezes, os produtos ainda mantinham a etiqueta, mas sem identificação da procedência. Ele suspeita que o material tenha sido trocado pelo distribuidor, preso nesta quarta, em Venâncio Aires, já que ele usava um colar semelhante aos que foram encontrados depois.
A apreensão desta quarta foi a maior de cocaína da história da Polícia Civil gaúcha. Além da droga, também foram localizados enterradas na propriedade quantidades de crack e oxi, segundo a corporação. O local servia como laboratório para refino. A polícia avaliou a droga em R$ 7 milhões, se revendida por atacado no mercado do narcotráfico. No varejo, o valor pode render, no mínimo, o dobro.