Em frente ao prédio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Franco disse que "a chegada dos laudos poderá fechar o caso". Ele considerou que os depoimentos dessa terça foram "muito importantes" para as investigações.
Segundo o inquérito policial, o menino foi à escola na manhã da segunda-feira, dia 5 de agosto, e contou aos colegas que cometeu os crimes durante a madrugada. Ainda de acordo com a versão policial, ao voltar para casa, na zona norte da capital paulista, o garoto cometeu suicídio.
Itagiba informou que esteve no IML e que os laudos que irão determinar as causas e os horários aproximados de cada uma das morte devem ficar prontos na próxima semana. Os laudos periciais continuam sem previsão.
Na manhã desta quarta-feira, o delegado ouviu mais uma testemunha. Outro depoimento considerado importante, o da médica do adolescente, Neiva Damaceno, está programado para a quinta-feira. Ela prestaria depoimento ontem, mas não compareceu ao DHPP alegando motivos pessoais.
Devido a uma doença degenerativa (fibrose cística), a médica acompanhava o menino desde que ele tinha um ano de idade. Cerca de 35 pessoas já prestaram depoimento sobre o caso.