Wilton Tapajós atuou na Operação Monte Carlo que investigou um esquema de jogos ilegais em Goiás, comandado pelo empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em Brasília desde fevereiro.
“Não vou afirmar nem que há indícios nem que não há (da relação do crime e com a participação do agente em operações) porque qualquer afirmação neste momento seria absolutamente leviana. Estamos tentando elucidar esse assassinato”, disse. “Vamos aprofundar as investigações e, a partir do que for apurado, tomar as providências”, completou o ministro após participar de evento no Ministério da Justiça.
O agente da Polícia Federal Wilton Tapajós Macedo foi morto com dois tiros na cabeça na tarde dessa terça, no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, quando visitada o túmulo dos pais. A Polícia Civil fez uma perícia no local nesta manhã.
A Federação Nacional dos Policiais Federais divulgou nota em que lamenta a morte do agente e diz acreditar que as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal e pela Polícia Federal apontarão os responsáveis pelo crime. Na nota, a federação também avalia que neste momento é precipitado indicar o que possa ter motivado o assassinato.