O soldado teve rompimento de órgãos internos na região do abdômen. Ele foi submetido a uma cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. Com 19 anos de trabalho na Brigada Militar, Fogaça integrava a equipe do 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM). Ele deixa dois filhos: uma menina de 11 anos e um jovem de 18 anos.
Na ocasião, PMs do 19º BPM realizavam uma abordagem de rotina no Campo da Tuca quando um homem armado reagiu e disparou contra os policiais. O soldado Fogaça foi atingido e levado em estado grave ao Hospital da PUCRS. O atirador também foi baleado na perna e preso logo depois. Ele é suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas na região.