O autor, de 48 anos, que segundo a polícia usou uma saída temporária do regime semi-aberto do presídio local para cometer o crime, confessou o assassinato. O delegado explicou que a mulher, de 29 anos, grávida na época, encomendou a morte do professor porque ele se negou a assumir o filho.
A polícia confirmou que a mandante forneceu a arma ao executor e o levou até a casa da vítima, na noite combinada. O tio disse ao delegado que matou o professor enquanto ele dormia, roubou um notebook e dinheiro para simular o latrocínio. A mulher foi indiciada por homicídio duplamente qualificado, e o autor, pelo mesmo crime, e ainda por furto qualificado. Os dois indiciados tiveram a prisão preventiva solicitada à Justiça.