Segundo o responsável pela investigação, delegado Félix Rafanhim, a polícia trabalha inicialmente com a hipótese de homicídio, mas não foi descartada a possibilidade de ter sido um latrocínio (roubo seguido de morte). Após o crime, um grupo de taxistas bloqueou o trânsito na avenida Bento Gonçalves, por quatro horas, para protestar pela morte do colega. Os manifestantes estiveram ainda em frente à Polícia Civil para pedir mais segurança e agilidade na investigação.
O presidente do Sindicato dos Taxistas de Pelotas, Inildo Rediess, lamentou pela manhã o ocorrido. Segundo ele, não há nada que a categoria possa fazer e, por isso, procurou acalmar os colegas e deixar que a polícia trabalhe na elucidação do crime. Segundo ele, a última ocorrência envolvendo morte de taxista em Pelotas foi no ano passado.
Vítima anterior
Em fevereiro de 2012, o taxista Luiz Carlos Cardoso, de 62 anos, morreu após ser agredido por dois homens. Segundo ocorrência registrada na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), Cardoso foi espancado na esquina das ruas Félix da Cunha e General Neto, no Centro, por volta de 6h30min, quando tentou intervir em uma briga a favor de um colega. Um dos agressores era um policial militar (PM) temporário em Camaquã.