Maykel foi atingido ao passar pela frente da van. Ele recém havia descido do veículo, acompanhado do irmão de seis anos, em frente à casa da família, localizado na rua Dália. Conforme a mãe dos meninos, que presenciou o atropelamento, o motorista dirigia com fones de ouvido e mexia no celular no momento em que atropelou o garoto.
Outras testemunhas também comprovaram a versão, revelou Baldasso, que se baseou nessa hipótese para definir pelo indiciamento. O motorista negou essa tese e disse apenas não ter visto a vítima. Além disso, o delegado explicou que o condutor da van estacionou na contramão, obrigando o menino a passar pela frente do veículo para chegar em casa.
O motorista chegou a ficar detido, mas foi solto em menos de 24 horas. Como o delegado está tratando o atropelamento como crime comum e não de trânsito, um pedido para suspender a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do jovem não vai ser solicitado.