De acordo com a magistrada, a avaliação psiquiátrica no IPF revelou que Neis não tem doença mental, nem indicação para internação naquele estabelecimento. “O perito médico avaliador não constatou quadro depressivo, com risco de suicídio e necessidade de atendimento médico especializado em unidade psiquiátrica fechada em Ricardo Neis”, disse a juíza.
“Não persistem, portanto, as recomendações médicas contidas nos atestados oriundos do Hospital Parque Belém. Assim, afastada a necessidade de internação e tratamento pelo perito oficial do juízo, nenhuma causa impeditiva há para que o investigado seja removido do Hospital Parque Belém e recolhido a estabelecimento prisional”, concluiu a magistrada.
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