Os promotores pedem o ressarcimento de aproximadamente R$ 8 milhões e a cobrança de multa civil. Também constam na ação o ex-secretário de Turismo Alemir Coletto (PP), o atual secretário Gilberto Tomasini (PSDB), o vice-prefeito Luia Barbacovi e a família Peccin, responsável pelo evento.
Em caso de condenação, os suspeitos serão impedidos de ocupar cargo público por oito anos. O processo é resultado de um ano e meio de investigações. Segundo o promotor Antônio Képes, existem provas que compravam a formação de quadrilha para enriquecimento ilícito. “Houve apropriação indevida do patrimônio público”, afirmou Képes.