Crime teria ocorrido no apartamento do casal
A polícia informou que imagens das câmeras do edifício onde o casal morava em São Paulo mostram Matsunaga entrando no prédio por volta das 18h30 do dia 19 de maio com a mulher, a babá e a filha, de um ano, vindos do aeroporto. Ele desceu uma hora depois para buscar uma pizza e voltou ao apartamento. Depois disso, não houve mais registros da imagem da vítima.
No dia seguinte, depois de dar folga à baba no período noturno, Elize deixou o prédio pelo elevador de serviço, às 11h30, carregando três malas. Retornou no mesmo dia às 23h50, sem as malas. À polícia, ela disse informalmente que pretendia viajar para o Paraná, onde nasceu, mas desistiu no meio do caminho.
A polícia acredita em crime passional, motivado por ciúmes. Após o homicídio, Elize doou à Guarda Civil Metropolitana uma pistola 765, de mesmo calibre da que foi usada para matar o empresário. Conforme a polícia, ela era exímia atiradora, assim como o marido, que era colecionador de armas. Exames de balística vão determinar se o projétil encontrado no crânio da vítima foi disparado pela mesma arma.