O pedido de soltura vai ser analisado, antes, pelo Ministério Público. Se for aceito, o MP deve protocolar ação para análise da Justiça. A tendência é de que a 2ª Vara do Juri se manifeste a partir de amanhã. O pedido leva em conta o depoimento de uma testemunha que disse que o jovem foi preso por engano. Ela era irmã de uma vítima. No entanto, durante o transcorrer do processo, a testemunha retirou o depoimento.
A Vara de Execuções Criminais (VEC) de Porto Alegre analisou o processo e confirmou a versão defendida pela defesa (sobre o que disse a testemunha). O órgão entende, porém, que ainda há falta de provas para sustentar a soltura. Além disso, o Judiciário fala que outros relatos confirmaram a participação do jovem no crime.
Ao fim do expediente, Rosângela Gonçalves soltou as correntes, mas garantiu voltar a se acorrentar a partir da manhã desta terça até que haja uma decisão favorável da Justiça. O jovem está preso desde outubro e chegou a ser transferido para a Penitenciária de Charqueadas.