A decisão foi pela tomada pela testemunha na segunda-feira, segundo informou a assessoria de imprensa da pasta. Ainda de acordo com a secretaria, a mulher participou de uma reunião com o Ministério Público e um representando do Provita e afirmou que se sentia segura apenas com a escolta feita pela Polícia Militar.
A Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania informou que a testemunha da execução envolvendo os PMs pode voltar a ser atendida pelo programa a qualquer momento.
A mulher visitava o túmulo do pai no cemitério em Ferraz de Vasconselos e viu uma viatura policial entrando no local com um homem dentro do carro. Os PMs tiraram a pessoa da viatura e atiraram contra ele. A mulher decidiu ligar para o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e narrar a situação.
Com informações do portal R7.