Com identidade e passaportes falsos, a potiguar também é condenada por falsidade ideológica. Ela foi presa no momento que fazia o check-in, na zona Norte de Porto Alegre. A foragida tinha viagem marcada para Zurique (Suíça), onde reside desde 2005.
A PF informou que o crime foi tramado por ela e o amante. O corpo do americano só foi encontrado uma semana depois do desaparecimento. Durante esse período, a condenada dizia que o marido havia deixado definitivamente o país, razão pela qual não havia formalizado nenhum registro policial sobre o “sumiço”.
Os indícios que levaram à prisão foram repassadas à PF do Rio Grande do Sul pelo Núcleo de Inteligência da corporação no Rio Grande do Norte. A condenada permanece sob custódia, em Porto Alegre, onde fica à disposição da justiça.