Batizada de Guilhotina, a ação tem como objetivo cumprir 11 mandados de prisão preventiva contra policiais civis e 21 contra PMs, além de 48 mandados de busca e apreensão, informa o portal R7. O grupo é suspeito de envolvimento com tráfico de drogas e de armas, de fazer segurança de pontos de máquinas caça-níqueis e jogo do bicho, da venda de informações policiais e da participação em milícias.
Segundo a PF, os integrantes da quadrilha também são investigados por desviar armas e drogas apreendidas durante a ocupação do Complexo do Alemão, na zona Norte carioca, em novembro do ano passado. A megaoperação conta com 500 homens, entre policiais civis, militares e federais. Eles têm a ajuda de dois helicópteros e quatro lanchas.
Um cabo da PM foi preso quando chegava para trabalhar no 23º BPM (Leblon), na zona Sul, por volta de 6h. No total, pelo menos três pessoas haviam sido presas até as 8h.
As investigações começaram a partir do vazamento da informação de uma operação da PF em Macaé, no Norte fluminense, que tinha como principal objetivo prender o traficante conhecido como Rupinol, que atuava na favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul da capital, e também o traficante conhecido como Nem.
A partir daí, duas investigações paralelas foram iniciadas: uma da Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Segurança do Rio e outra da Superintendência da Polícia Federal no Rio, que trabalharam em conjunto.