Segundo os delegados Juliano Ferreira e Arthur Raldi, as investigações têm por base diversos inquéritos policiais, que apuram os crimes de roubo ou furto de veículo, adulteração de sinal identificador, estelionato, formação de quadrilha e crimes apurados em decorrência do denominado “golpe do anúncio”.
Os criminosos roubavam ou furtavam os veículos para clonagem. Posteriormente, os carros passavam por um despachante com documentos falsos. Assim, eles eram anunciados para venda semanalmente na página dos classificados de jornais.
"Nos referidos anúncios, os criminosos informam sempre um número de celular para contato e assim negociam as vendas com os cidadãos de bem. Eles sempre exigem o pagamento em dinheiro ou através de transferência ou depósito bancário, raramente aceitam cheque. As vítimas do golpe normalmente só vêm a descobrir que foram enganadas quando da transferência dos veículos, normalmente em vistoria no Detran, procurando desta forma os órgãos policiais para comunicar os fatos", informou o delegado Arthur Raldi.