Segundo investigações, o grupo paramilitar atua em Campo Grande, Cosmos, Inhoaíba, Santíssimo, Paciência, Sepetiba. Eles são suspeitos de praticar homicídios, extorsões, ameaças, posse e porte ilegal de armas de fogo. O objetivo seria obter vantagens econômicas, como o domínio do transporte alternativo por vans e mototáxis, exploração de jogos de azar, monopólio da venda de botijões de gás e água a preços superfaturados, cobrança de taxa de segurança, entre outros.
Foram expedidos para a operação 18 mandados de prisão preventiva e 30 de busca e apreensão. Participam da ação cerca de 150 policiais da Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais, da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança, da Corregedoria Geral Unificada (CGU) e de diversas delegacias distritais e especializadas.